Desde 2009, de forma artesanal, Emicida já desenhava, criava e estampava camisetas. Vendia as peças em bancas improvisadas para os primeiros fãs nos shows.
Antes de ser produto, já era voz.
Sempre foi sobre ter lugar para a continuação da mensagem. A necessidade de fazer a mensagem ir ainda mais longe do que o palco permitia.
O que começou como trabalho manual ganhou escala, contexto e atravessou outros espaços: passarelas inteiras se abriram para ele passar e fazer história.
Dentro da Cultura Hip Hop, vestir sempre foi sobre identidade, aura, pertencimento.
Camisetas e bonés são como armaduras na rua, na guerra que cada um de nós trava na busca pelos nossos sonhos.
Vista a sua! De preferência, a que mais combine com o pódio.